Acabei de ler:
domingo, 27 de setembro de 2009
Cuidado!
Postado por Gabriela Salmazo às 20:34 0 comentários
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Fettuccines rules!
Me lembro que uma vez no meio de uma conversa sobre bandas um amigo me disse que não tinha banda porque não tinha nada pra agregar/falar para o mundo. Depois disso eu fiquei pensando sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão: eu não estou nem ai pro mundo nesse sentido. Eu tenho banda porque eu gosto de escrever e fazer músicas sobre meus causos, ou sobre alguma idéia surgida durante um passeio pelo centro, ou sobre uns alguns sentimentos guardados, ou sobre uma conversa sem muito importância no telefone... E eu adoro! E eu não ligo se faz sentido pra alguém. Faz sentido pra mim e isso é suficiente.
Postado por Gabriela Salmazo às 12:37 0 comentários
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Francisco Roberto
Coincidência n 8:
Postado por Gabriela Salmazo às 17:56 0 comentários
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Pq as coisas acontecem assim eu não sei.
Coincidencia nº7
Dialogo:
C: Eu sempre durmo no cinema.
G: Eu, as vezes. Mas eu dormi no Independence Day (lembrando que, nossa! isso foi a muito tempo atrás!)
C: Po, como voce conseguiu, com todas aquelas bombas e explosões, etc.
G: Nao, nao, mas esse não...
C: (interrompendo) Inclusive a gente tem esse dvd ai nao tem? Onde que tá?
G: Não, mas não é esse filme que...
C: (interrompendo denovo) Ahh aquela caixinha de papelão é tão linda...
G: (num tom mais firme dessa vez) O que a gente tem não é Independence Day!...é...é o...putz, como é o nome mesmo?
(as imagens vão passando pela minha cabeça como se fosse um trailer do dia que comprei na Virgin da Union Square por míseros 10 dolares essa edição especial do DVD, com uma caixinha de papelão daquela cor parda, escrito de fora a fora CONFIDENCIAL e com um selo vermelho imitando aqueles de cera do tipo que se faziam nos tempos das corespondencias da realeza, mas o nome do bendito...nada!)
C: Ah não é? Então é o...o...
G:...
C:...
E do mesmo jeito que começou, terminou. Assim do nada, já que a preguiça era tamanha que preferimos trocar de assunto a levantar da cama e procurar o dvd e descobrir o nome. Mas felizmente as coincidencias andam sempre lado a lado com a minha pessoa. No outro dia de manha, indo para o trabalho lendo o Rules of Attraction (porque segundo o que minha fornecedora oficial de livros decidiu: chega de livros bonitinhos pra voce. Vai um mais pesado agora. Alrighty, then!) acontece que a menina tendo uma conversa com a amiga dela pergunta: What´s the movie tonight? E a resposta: APOCALYPSE NOW!
Acredita?
*_*_*
Falando em livros bonitinhos, terminei o History of Love da Nicole Krauss semana passada e realmente fiquei impressionada! Quando emprestei da menina, ela me falou que era incrivelmente parecido com os livros do Jonathan Safran Foer (o autor de Everything is Illuminated, lembra?), mas assim tão parecido, ela me contando, que se alguem falasse que era dele, ninguém jamais iria duvidar. E o mais impressionante é que eles são casados agora, mas ela escreveu esse livro antes deles se conhecerem. Enquanto eu lia o livro eu não acreditava como era possível! Não acreditei como a linguagem é a mesma, os temas são os mesmos, e até como algumas palavras são as mesmas. Na verdade os livros são tão parecidos que nem parece que é do mesmo autor, parece que os dois receberam a tarefa de escrever um livro incluindo uma mesma lista de coisas na história. Vou comparar pra voce ter uma ideia o Incredibly Loud, Extremely Close do Foer com o History of Love, e veja se não estou certa:
As duas historias:
- tem o personagem principal sendo uma criança morando em Manhattan indo em busca de alguma coisa pelos 5 cantos de NYC;
- em um o menino quer achar a fechadura que abre uma chave e no outro o cara é um chaveiro e sabe tudo sobre fechaduras;
- nos dois tem senhores de idade que escrevem um livro sobre a historia das suas vidas para seus filhos que não conheceram e morreram;
- em um a pessoa tem um bloqueio que faz com que ele vá perdendo a habilidade de falar as palavras até que não sobra nenhuma, e no outro a menina tem medo que a mãe esqueça das palavras de acordo com que as paginas do dicionario vão se desgrudando;
- os dois tem fortes influencias dos costumes judeus (porque os autores foram educados assim) inclusive usando várias das mesmas palavras em Yidishe;
- os dois falam sobre um telefone daqueles de brincadeira de criança feito de latinhas e um barbante, ligando dois lugares distantes. Um liga NYC a uma outra cidadezinha separados por um rio e no outro é NYC e a Europa separados por um oceano...
Postado por Gabriela Salmazo às 15:45 0 comentários
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Bizarrices preferidas do centro da cidade
Postado por Gabriela Salmazo às 21:41 0 comentários