Ouvi pela primeira vez alguns meses atrás (aquela velha história, tudo que está em voga não me atrai) e a conclusão final foi: não gostei muito, só daquelas duas músicas famosinhas. (grande parte também acho que foi pra contrariar o amigo que me mostrou, já que nossa amizade é baseada em balas cruzadas o tempo inteiro). Mas nas últimas duas semanas resolvi dar uma nova chance à garota, graças ao meu Ipod que, no shuffle, escolheu uma música da garota que me chamou bastante atenção e então resolvi ouvir o cd inteiro novamente. (Já até consigo ouvir ele me enchendo o saco) E descobri o segredo: tem que prestar atenção, pois as letras são muito boas! E outra coisa: ela tem aquela voizinha doce com um sotaque britânico super fofo e quando você menos espera ela está falando que o cara...bem, não dá no couro, mesmo ela tendo passado horas "lá embaixo" no centro-sul do corpo dele. E tem outra, senti uma super conexão com as letras, ou melhor com as histórias (aham, inclusive essa ai que já citei), e também com o jeito que ela escreve, assim meio irônico e na maioria em primeira pessoa (como eu e o John - Lennon, of course!). Mesmo as músicas que são em terceira pessoa, dá pra perceber que ela está falando dela mesma. E é assim que eu escrevo também e fiquei super surpresa depois desta descoberta já que tenho um projeto de banda que são músicas que falam dos meus causos (des)amorosos. E outra coisa que eu faço e ela também é que quando você pensa que aquela é uma música de amor, logo você percebe que não passa de um relacionamento fudido.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Gabe is in love with Lily Allen
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Bem vindo ao clube!
To lendo o Clube do Filme, um livro bem recente que conta a história de um pai que deixou o filho desistir da escola com a condição de assistir 3 filmes por semana, que o pai mesmo escolheria. Quando vi este livro na livraria fiquei super animada, mas deixei pra lá porque, entre outros motivos, o livro era em português e você sabe, isso não me anima muito. Odeio traduções. Mas pra minha felicidade um amigo acabou comprando e eu tive que pegar emprestado depois que ele me disse que tinha gostado da história. E o livro é ótimo! Inclusive a tradução - apesar de eu automaticamente tentar descobrir como foi dito em inglês a maioria das coisas. Porém para minha surpresa eu fiquei bem mais animada com a relação pai-filho do que o que eles falam sobre os filmes. E o pai, um jornalista canadense, fala umas coisas muito interessantes que eu fico pensando muito sobre. Como o que ele disse no começo por exemplo: "a segunda vez que você vê uma coisa na verdade é a primeira vez. Você precisa saber como a coisa termina antes de poder apreciar sua beleza desde o início." Por isso eu gosto de ler um livro e depois ver o filme do livro, como eu fiz da ultima vez com o Regras da Atração. Na verdade eu já tinha visto o filme alguns anos atrás e tinha gostado. Aí li o livro e achei super foda! A narrativa é ótima! Os personagens são perturbadinhos mas super cativantes. E o mais legal é que cada um conta seu ponto de vista de um mesmo acontecimento e você consegue montar na sua cabeça a sequencia dos fatos de acordo com o relato de cada um. Enfim. Vi o filme. Gostei. (inclusive lembra que te contei do francesinho que me apaixonei na facul? eu mandei uma cartinha pra ele com purpurina algumas semanas depois de ter visto o filme. ele ficou super encabulado segundo a minha fonte. Mas claro!!! Onde eu estava com a cabeça?) Li o livro. Adorei. E vi o filme de novo. Ahh, não gostei muito. Apesar de que constatando o que meu mais novo melhor amigo jornalista disse, dessa vez reparei mais como o filme foi feito e na direção e nos detalhes. Reparei como o diretor usa muito uma coisa que eu adoro: varias luzinhas desfocadas no fundo dando um efeito de bolinhas luminosas flutuantes. Tentei uma vez fazer isso numa sessão de fotos sem muito sucesso.
Postado por Gabriela Salmazo às 10:05 0 comentários