quarta-feira, 29 de julho de 2009

Bom dia sol! Que bom te ver...

 E pra comemorar, a banda do dia será Beach Boys. 


Ouvindo o cd fiquei pensando: como o Phil Spector teve a capacidade de falar que eles nao tem a menor idéia de como usar as vozes, sendo que quase tudo na banda é dispensável menos as vozes!! Uma analise aqui meio crua mas vai lá: as guitarras quase nunca aparecem, salvo por algumas poucas introduções que tbm, logo que acabam voltam ao seu devido esconderijo. A bateria mero marcador de ritmo que pode ser substituido por qualquer outro barulhinho (como em Barbara Ann que só tem palmas - muitas vezes bem descoordenadas mas que de nada atrapalham o andamento da música - e um meia lua.) O baixo tem uma importância grande até nas músicas, entao vou considerar indispensável. Conclusão: o Beach Boys é 65% voz, 30% baixo e 5% barulhinhos. Hmmm, interesting! Isso até me soa como um projeto a se pensar, heim...só preciso aprender a usar minha voz decentemente. Mero detalhe.

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Depois que comecei a dar aula, percebi que improvisar faz parte do dia-a-dia de um professor, e fortunatly eu sou até que bem boa nisso.  Hoje por exemplo: prova oral. Chego 7:20 no local, a aula começa as 7:30. Abri o armário de provas e...tchananan! Nada da minha prova oral. (geralmente temos um tema previamente estabelecido para discussoes e afins). Um leve panico começa a tomar conta do meu ser. Liguei pra coordenadora (já são 7: 24) e ela me diz que a ultima apresentaçao que eles fizeram contaria como prova oral. Ops, em pequeno grande erro de comunicaçao que provavelmente levaria meus alunos a me odiarem um pouquinho. 7:27 eis que surge a decisão de inventar uma coisa qualquer como se tudo estivesse dentro do programa. Ok! Tenho 3 lances de escada para decidir o que vai ser deste teste. A 5 degraus do corredor da morte uma brilhante idéia surge: em duplas eles teriam que criar uma campanha ecológica interna para empresa na qual trabalham. O discussão não poderia ter sido melhor! Além de umas idéias muito boas que eles tiveram, ainda saíram da sala dizendo que iam sugerir algumas coisas para os responsáveis por essa parte no banco. Ffffiu! - passa o dedo indicador na testa.

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E falando nisso me lembrei de uma coisa genial que eu vi lá em NY: era um flyer - se não me engano era de um restaurante natureba - que além de ser feito com um papel reciclável o próprio papel continha sementes. Aí tudo que você tinha que fazer era rasgar uma parte do flyer, enterrar na terra e regar que ele começava a germinar. Genial não? Até que de todas as inutilidades que eles criam por lá, as vezes eles acertam...

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