terça-feira, 19 de maio de 2009

Tchup-tchup-tchuru

 Esses dias na aula, na sequencia do livro tinha uma musica que os alunos tinham que ouvir e preencher as lacunas e tal. Era tudo no presente, bem fácil. Ai quando vi que música que era, me emocionei: TOM'S DINER!! Aquela da Suzane Vega: "tchup-tchup-tchuru-tchuru-tchuru-tchup tchuru-tchuru I am sitting in the morning at the diner on the corner I am waiting at the counter for the man to pour the coffee..." Primeiro motivo da emoção foi que não ouvia essa música a anos e lembro nos meus tempos de meninice dançando na matine, e segundo e maior foi que EU JA FUI LA!! Eu fui no Tom's Diner! Me lembro até da minha lindissima amiga Cassia, cantando pra mim quando estavamos a caminho. O Tom's Diner é uma lanchonete a duas quadras da casa do menino que eu namorava la em NY. Fiquei me segurando pra não contar pra turma, sei lá, acho que eles iam achar sem graça, já que aquela é uma turma bem sem senso de humor (e não mereciam). Estou feliz em poder compartilhar com voce, querido blog-diário!


Terminei o livro! E já to sentindo falta. O livro da Rolling Stone é muito grande pra carregar na bolsa, junto com apostilas, dicionarios, canetas, canetinhas, ipod, listas de presenca, batom, cartao do onibus, cartao do banco, chave de casa, chave do armario da escola...mas já defini a proxima meta: achar outro livro do JD Salinger. Quero ver se é tão bom quando o Catcher. 

No fim das contas o cara não mata ninguem. Não sei por que achei isso, depois de ter lido duas vezes antes desta vez. Eu as vezes esqueço umas coisas tão básicas... Eu lembro de um namorado que ficava puto da cara com isso...ahahaha, é engraçado pensando bem. As ultimas tres paginas do livro estavam riscadas com caneta preta e marca texto. Fiquei meio com raiva. 

Sempre que compro um livro no sebo, eu fico pensando por ele andou antes de ser meu. Eu as vezes penso que toda pessoa a quem o livro perteceu deveria escrever o nome, apesar de eu não gostar de escrever em livro. Eu adorava ver quem tinha emprestado os livros na biblioteca, quando tinha aquele metodo bem antigo que era um papelzinho no fim do livro. As vezes com o nome, as vezes só a data.

Como já mencionei o Catcher foi lançado em 64 (a ediçao que eu tenho), imagina: o livro é em inglês então talvez tenha pertencido a alguém que foi pra os Estados Unidos na epoca, comprou e trouxe de volta. Ou a pessoa era de lá e presenteou alguem daqui. Queria poder saber o que aconteceu antes de ele parar na minha mão. E ele ainda tem chão, porque eu pretendo guardar a sete chaves. Pensando nisso me lembrei do argentino que sentou do meu lado no avião quando eu voltava de Buenos Aires. Ele já tinha uma certa idade e me contou que quando era mais novo (imagino la pelos anos 60) foi pra New York e a viagem levava 24 ou 48 horas (não lembro direito). Era absurdo de longa! Tinha que fazer 500 escalas não sei onde...

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Banda completa!! Escarola, Salmão, Ravióli e Arroz

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Atualmente gostando bastante do cd novo do Green Day. 21 guns preferida disparado.

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