Ouvi pela primeira vez alguns meses atrás (aquela velha história, tudo que está em voga não me atrai) e a conclusão final foi: não gostei muito, só daquelas duas músicas famosinhas. (grande parte também acho que foi pra contrariar o amigo que me mostrou, já que nossa amizade é baseada em balas cruzadas o tempo inteiro). Mas nas últimas duas semanas resolvi dar uma nova chance à garota, graças ao meu Ipod que, no shuffle, escolheu uma música da garota que me chamou bastante atenção e então resolvi ouvir o cd inteiro novamente. (Já até consigo ouvir ele me enchendo o saco) E descobri o segredo: tem que prestar atenção, pois as letras são muito boas! E outra coisa: ela tem aquela voizinha doce com um sotaque britânico super fofo e quando você menos espera ela está falando que o cara...bem, não dá no couro, mesmo ela tendo passado horas "lá embaixo" no centro-sul do corpo dele. E tem outra, senti uma super conexão com as letras, ou melhor com as histórias (aham, inclusive essa ai que já citei), e também com o jeito que ela escreve, assim meio irônico e na maioria em primeira pessoa (como eu e o John - Lennon, of course!). Mesmo as músicas que são em terceira pessoa, dá pra perceber que ela está falando dela mesma. E é assim que eu escrevo também e fiquei super surpresa depois desta descoberta já que tenho um projeto de banda que são músicas que falam dos meus causos (des)amorosos. E outra coisa que eu faço e ela também é que quando você pensa que aquela é uma música de amor, logo você percebe que não passa de um relacionamento fudido.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Gabe is in love with Lily Allen
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Bem vindo ao clube!
To lendo o Clube do Filme, um livro bem recente que conta a história de um pai que deixou o filho desistir da escola com a condição de assistir 3 filmes por semana, que o pai mesmo escolheria. Quando vi este livro na livraria fiquei super animada, mas deixei pra lá porque, entre outros motivos, o livro era em português e você sabe, isso não me anima muito. Odeio traduções. Mas pra minha felicidade um amigo acabou comprando e eu tive que pegar emprestado depois que ele me disse que tinha gostado da história. E o livro é ótimo! Inclusive a tradução - apesar de eu automaticamente tentar descobrir como foi dito em inglês a maioria das coisas. Porém para minha surpresa eu fiquei bem mais animada com a relação pai-filho do que o que eles falam sobre os filmes. E o pai, um jornalista canadense, fala umas coisas muito interessantes que eu fico pensando muito sobre. Como o que ele disse no começo por exemplo: "a segunda vez que você vê uma coisa na verdade é a primeira vez. Você precisa saber como a coisa termina antes de poder apreciar sua beleza desde o início." Por isso eu gosto de ler um livro e depois ver o filme do livro, como eu fiz da ultima vez com o Regras da Atração. Na verdade eu já tinha visto o filme alguns anos atrás e tinha gostado. Aí li o livro e achei super foda! A narrativa é ótima! Os personagens são perturbadinhos mas super cativantes. E o mais legal é que cada um conta seu ponto de vista de um mesmo acontecimento e você consegue montar na sua cabeça a sequencia dos fatos de acordo com o relato de cada um. Enfim. Vi o filme. Gostei. (inclusive lembra que te contei do francesinho que me apaixonei na facul? eu mandei uma cartinha pra ele com purpurina algumas semanas depois de ter visto o filme. ele ficou super encabulado segundo a minha fonte. Mas claro!!! Onde eu estava com a cabeça?) Li o livro. Adorei. E vi o filme de novo. Ahh, não gostei muito. Apesar de que constatando o que meu mais novo melhor amigo jornalista disse, dessa vez reparei mais como o filme foi feito e na direção e nos detalhes. Reparei como o diretor usa muito uma coisa que eu adoro: varias luzinhas desfocadas no fundo dando um efeito de bolinhas luminosas flutuantes. Tentei uma vez fazer isso numa sessão de fotos sem muito sucesso.
Postado por Gabriela Salmazo às 10:05 0 comentários
domingo, 27 de setembro de 2009
Cuidado!
Acabei de ler:
Postado por Gabriela Salmazo às 20:34 0 comentários
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Fettuccines rules!
Me lembro que uma vez no meio de uma conversa sobre bandas um amigo me disse que não tinha banda porque não tinha nada pra agregar/falar para o mundo. Depois disso eu fiquei pensando sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão: eu não estou nem ai pro mundo nesse sentido. Eu tenho banda porque eu gosto de escrever e fazer músicas sobre meus causos, ou sobre alguma idéia surgida durante um passeio pelo centro, ou sobre uns alguns sentimentos guardados, ou sobre uma conversa sem muito importância no telefone... E eu adoro! E eu não ligo se faz sentido pra alguém. Faz sentido pra mim e isso é suficiente.
Postado por Gabriela Salmazo às 12:37 0 comentários
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Francisco Roberto
Coincidência n 8:
Postado por Gabriela Salmazo às 17:56 0 comentários
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Pq as coisas acontecem assim eu não sei.
Coincidencia nº7
Dialogo:
C: Eu sempre durmo no cinema.
G: Eu, as vezes. Mas eu dormi no Independence Day (lembrando que, nossa! isso foi a muito tempo atrás!)
C: Po, como voce conseguiu, com todas aquelas bombas e explosões, etc.
G: Nao, nao, mas esse não...
C: (interrompendo) Inclusive a gente tem esse dvd ai nao tem? Onde que tá?
G: Não, mas não é esse filme que...
C: (interrompendo denovo) Ahh aquela caixinha de papelão é tão linda...
G: (num tom mais firme dessa vez) O que a gente tem não é Independence Day!...é...é o...putz, como é o nome mesmo?
(as imagens vão passando pela minha cabeça como se fosse um trailer do dia que comprei na Virgin da Union Square por míseros 10 dolares essa edição especial do DVD, com uma caixinha de papelão daquela cor parda, escrito de fora a fora CONFIDENCIAL e com um selo vermelho imitando aqueles de cera do tipo que se faziam nos tempos das corespondencias da realeza, mas o nome do bendito...nada!)
C: Ah não é? Então é o...o...
G:...
C:...
E do mesmo jeito que começou, terminou. Assim do nada, já que a preguiça era tamanha que preferimos trocar de assunto a levantar da cama e procurar o dvd e descobrir o nome. Mas felizmente as coincidencias andam sempre lado a lado com a minha pessoa. No outro dia de manha, indo para o trabalho lendo o Rules of Attraction (porque segundo o que minha fornecedora oficial de livros decidiu: chega de livros bonitinhos pra voce. Vai um mais pesado agora. Alrighty, then!) acontece que a menina tendo uma conversa com a amiga dela pergunta: What´s the movie tonight? E a resposta: APOCALYPSE NOW!
Acredita?
*_*_*
Falando em livros bonitinhos, terminei o History of Love da Nicole Krauss semana passada e realmente fiquei impressionada! Quando emprestei da menina, ela me falou que era incrivelmente parecido com os livros do Jonathan Safran Foer (o autor de Everything is Illuminated, lembra?), mas assim tão parecido, ela me contando, que se alguem falasse que era dele, ninguém jamais iria duvidar. E o mais impressionante é que eles são casados agora, mas ela escreveu esse livro antes deles se conhecerem. Enquanto eu lia o livro eu não acreditava como era possível! Não acreditei como a linguagem é a mesma, os temas são os mesmos, e até como algumas palavras são as mesmas. Na verdade os livros são tão parecidos que nem parece que é do mesmo autor, parece que os dois receberam a tarefa de escrever um livro incluindo uma mesma lista de coisas na história. Vou comparar pra voce ter uma ideia o Incredibly Loud, Extremely Close do Foer com o History of Love, e veja se não estou certa:
As duas historias:
- tem o personagem principal sendo uma criança morando em Manhattan indo em busca de alguma coisa pelos 5 cantos de NYC;
- em um o menino quer achar a fechadura que abre uma chave e no outro o cara é um chaveiro e sabe tudo sobre fechaduras;
- nos dois tem senhores de idade que escrevem um livro sobre a historia das suas vidas para seus filhos que não conheceram e morreram;
- em um a pessoa tem um bloqueio que faz com que ele vá perdendo a habilidade de falar as palavras até que não sobra nenhuma, e no outro a menina tem medo que a mãe esqueça das palavras de acordo com que as paginas do dicionario vão se desgrudando;
- os dois tem fortes influencias dos costumes judeus (porque os autores foram educados assim) inclusive usando várias das mesmas palavras em Yidishe;
- os dois falam sobre um telefone daqueles de brincadeira de criança feito de latinhas e um barbante, ligando dois lugares distantes. Um liga NYC a uma outra cidadezinha separados por um rio e no outro é NYC e a Europa separados por um oceano...
Postado por Gabriela Salmazo às 15:45 0 comentários
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Bizarrices preferidas do centro da cidade
Postado por Gabriela Salmazo às 21:41 0 comentários
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Coisas e coisinhas
Em nome das ruivas e "castanhas" eu protesto contra a indústria de grampos de cabelo deste país que só fabrica grampos loiros e morenos. Será que nao seria uma boa idéia criar um grampo transparente agradando assim todas as cabeças desse Brasil?
Postado por Gabriela Salmazo às 23:04 0 comentários
sábado, 15 de agosto de 2009
Quizzzzzzzzzz

Até que fui bem, mas devo admitir que muitas vezes foi uma questao de sorte sobre os dois dito cujos. E depois dos meus 65% de acertos, li tudo sobre esse cd e descobri umas coisas super fodas: eles gravaram o cd em 13 horas, quase tudo meio ao vivo - isso explica o som horrivel da bateria; metade das musicas nao sao deles - tem umas 2 ou 3 que são de umas meninas chamada Shirelles que segundo 0 livro era a banda preferida deles na época - ja corri baixar; no lado B do vinil tem varias musicas que nao foi o Ringo que tocou, foi um outro baterista porque quando chamaram o Ringo pra tocar ninguem sabia se ele tocava bem ou nao, entao os produtores resolveram ter um baterista back-up, just in case. E pra não ficar chato deixaram o cara tocar umas duas musicas e o Ringo tocou meia-lua só pra participar - no livro diz pandeiro mas tenho quase absoluta certeza que nao isso não era possivel.
Postado por Gabriela Salmazo às 11:59 0 comentários
terça-feira, 11 de agosto de 2009
I HEART COINCIDENCES
Tem umas coisas que se conectam na minha vida - ou melhor, que eu percebo e conecto - de uma maneira tao estranha que fico impressionada e eu tenho que dividir com voce, blog-diario. São coisas meio bobas, sem importância, mas que eu fico pensando sobre...Olha só:
Postado por Gabriela Salmazo às 16:28 0 comentários
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
A mais recente ex-celibata
Outro dia numa explosão de ódio fiquei pensando muito sobre celibato. E por um instante achei a idéia muito atraente por dois motivos: se é pra ficar sozinha, que seja porque eu escolhi deste jeito e também porque eu canso, e sofro...as pessoas fazem exatamente o oposto do que eu espero que elas façam, elas não dizem o que querem dizer e elas não entendem que eu só espero que elas sejam honestas comigo, porque assim dói menos e sara mais rápido. Mas elas nunca são, elas nunca fazem e elas nunca dizem. Ai me lembrei do que a Carrie disse um dia: "I don't know if I really loved him, or was I addicted to the pain?" Ai me lembrei do que um carinha, que tinha aderido ao celibato, que a Samantha tava querendo um algo mais disse : "I love having sex, but I love more not having it". Ai me lembrei que em francês eu já era uma "célibataire". Mas ai comecei a pensar como muitas coisas que eu amo não fariam mais sentido também. Como assistir Sex and the City sem torcer pelos bons momentos dos relacionamentos? Como ouvir as a canções de amor sem sentir aquele aperto no coração? Como cantar as músicas que tenho feito como se fossem só mais um monte de palavras organizadas em frases? Como ver filmes sem chorar? Logo, desisti da idéia pois acho que não nasci pra isso. Acho que sim, estou viciada na dor. E ironicamente depois de algumas horas de teorias celibatas, eu tive um encontro.
Postado por Gabriela Salmazo às 14:58 0 comentários
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Bom dia sol! Que bom te ver...
E pra comemorar, a banda do dia será Beach Boys.
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Eu jogo peteca!
(pausa até você parar de achar engraçado)
E esse final de semana foi a segunda etapa do Campeonato Paranaense. Eu participei pela segunda vez. Aqui está o saldo:
Jogos jogados: 2
Jogos vencidos: Zero
Quantidade de pessoas que me disseram que eu devo mudar de parceira: 5
Quantidade de palavrões por jogo: meio milhão
Indignações: 1 - perder o jogo para uma criatura que vai jogar Peteca no Campeonato Paranaense de SAPATÊNIS!
Jogos assistidos: uns 20
Pensamentos maldosos: 10 por minuto
Pessoas que pediram meu telefone: 1
Telefones dados: Zero (e se tivesse dado, seria o numero errado. Motivo: das duas uma: as pessoas que não acham que sou esposa do meu pai, acham que tenho 17 anos. No caso acima, obviamente o cara era um creepie de 40 anos que gosta de ficar com menininhas. Sai pra lá!)
Apesar disso tudo, foi legal. Imagina assim, um esporte que não interessa o sexo, idade ou altura e que só depende de treino e força de vontade, e é uma mistura de volei, badminton e tenis...legal não? Além do mais, todo mundo se ajuda, e como não é muito conhecido todo mundo se conhece, mais ou menos como uma grande família.
Conclusão do fim de semana: o mundo precisa de mais petequeiros.
*_*_*_*
Postado por Gabriela Salmazo às 11:23 1 comentários
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ah os meninos...
Voltando pra casa ontem, depois de mais um dia de aulas, vi que no onibus em que eu estava havia um grupo de cinco amigos, entre seus 14 e 16 anos, com seus skates em mãos, indo ou vindo de algum lugar (me lembrei daquele filme Wassup, que é sobre uns tchicaninhos que andam de skate e tem uma banda de punk). Comecei a observar em como suas bocas se mexiam (eu estava ouvindo o ipod, por isso nao sei do que eles estavam falando), como eles se portavam, como se mexiam e várias coisas me passaram pela cabeça.
Postado por Gabriela Salmazo às 12:12 1 comentários
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O fim é triste. Sempre foi.
Terminei o livro. Tenho que dizer que nada se iluminou, tudo se escureceu na verdade. Chorei. Quanto mais perto do fim o livro foi ficando mais e mais triste. E eu reli as ultimas frases "over and over again". E fiquei triste.................................................................................................................... ............................................................................................................................................................................
Postado por Gabriela Salmazo às 14:58 0 comentários
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Só algumas pessoas entendem...
Estou me tornando a maior colecionadora de folhas de outono que eu conheço. E isso bem sem querer: eu estou andando na rua, geralmente olhando para o chão, perdida entre os meus pensamentos e elas simplesmente aparecem provocando em mim uma vontade imensa de pegar e guardar. (lembro de um amigo falando que eu pareço uma criança catando coisas do chão). Eu olho, reparo em cada detalhe, nas cores, na textura e dai guardo em algum lugar que nunca vou achar novamente e logo perco. Hoje achei a folha mais perfeita, com muitos tons de vermelho, com a forma perfeita, com cabinho e tudo. Pensei em dar pra alguém mas logo desisti pois a pessoa certamente não apreciaria do jeito mesmo jeito que eu. E isso me fez lembrar da Dorothea, a greguinha de 10 anos que eu cuidava em New York. Uma menina muito querida e a pessoa que lê mais livros por semana que já conheci. Me lembro bem que ela lia os livros do Harry Potter em uma semana. E eu fiquei meses pra terminar o Anna Karenina e desisti. Mas o que me fez lembrar dela foi porque um dia ela chegou toda desanimada quando fui buscar ela na colonia de férias e logo começou a me contar o que tinha acontecido: ela estava brincando no pátio quando achou um galho de arvore que segundo ela era o galho mais perfeito que ela já tinha visto e que era igualzinho uma varinha mágica. Nunca esqueço como foi bonito o jeito que ela descreveu o galho. Eu não me lembro exatamente o que ela disse, mas me lembro de ter descrito a cor, textura, tamanho e no fim ela brilhantemente completou: "it felt so right! so perfect in my hands!" Aquilo me desconcertou e eu queria esmagar ela de tão fofa que ela tinha sido. O problema foi que a monitora pediu pra ela jogar o galho fora e não mexer mais nele. Ela tentou argumentar e falar que ia guardar, mas a mandona da monitora não deu ouvidos e exigiu que ela se livrasse logo daquilo. E me lembro bem dela falando toda resmungandinho: "She even calls me Dorothy (p.s.: se fala Dó-ro-fi mas o nome dela é Do-ro-fí-a) No fim das atividades ela tentou resgatar o galho mas não estava mais onde ela tinha deixado. Por isso vou guardar essa bela folha de outono para Dora. Tenho certeza que ela ia gostar.
*_*_*_*
Agora estamos em fase de provas na escola. Odeio dar notas mas acho o máximo corrigir provas porque os alunos tem muita criatividade. Me lembro como eu escrevia as maiores besteiras porque nunca fui uma boa estudante. Mas o que acho mais legal são os bilhetinhos que os alunos deixam nas provas e eu como boba que sou sempre respondo, nas provas mesmo. Ah dane-se. Alguns que eu me lembro aqui:
- Teacher: I forgot this one! Rs
- I don´t know! :/
- :)
- resposta. Maybe?
- ???
Postado por Gabriela Salmazo às 10:49 1 comentários
domingo, 5 de julho de 2009
Lost in translation
Esta semana tenho uma missão inédita: ensinar português para um irlandês que mora há muito tempo na Suiça. Aí fiquei pensando que tem um pouco a ver com o livro que eu estou lendo, que é sobre um escritor americano que vai pra Ucrania para descobrir coisas sobre o seus tatatatattatara vós e contrata um ucraniano pra ser tradutor. É muito engraçado porque o ucraniano fala um inglês terrível de dicionário que muitas vezes não faz o menor sentido e muitas outras vezes as frases ficam super inapropriadas. Eu tive que parar de ler o livro no onibus porque eu ria muito. E assim como no livro sei que vou ter vontade de não corrigir o menino porque vai ser tão engraçadinho quando ele falar coisas do tipo "vou colocar o telefone no oregano" (como um amigo americano falou outro dia). Mas ao mesmo tempo lembro como ficava brava com o floridian que eu namorava quando eu falava umas coisas erradas. Ele falava "you're so cute". E teve também um dia que eu queria enforcar ele com a própria lingua quando ele tirou um sarro animal da minha cara. Foi assim: estavamos vendo um video e alguém fala alguma coisa sobre "boner" e eu perguntei o que isso significava. Ele muito espertinho falou que é quando você fica muito feliz, you get a boner. Tipo uma nota alta na prova, ou quando você quando ganha um presente. Ok. Simples.
Postado por Gabriela Salmazo às 14:47 0 comentários
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Not iluminated!
Consegui um livro novo e legal pra ler: Everything is iluminated. Tem até um filme desse livro, acho que é com o Elijah Wood. O filme é lindo! Emprestei de uma menina que trabalha comigo. A mesma que me emprestou o Diario de Brigdet Jones. Pedi uma sugestão de leitura e acertei em cheio pra quem perguntar. Ela só me respondeu muito classuda: Ah, eu te mando o link com minha biblioteca virtual e você escolhe! Achei tão chique e organizado! E a menina tem muita coisa legal...o que significa que não estarei aceitando sugestões por um bom tempo.
Postado por Gabriela Salmazo às 23:11 0 comentários
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Crise
O tempo lá fora é reflexo de como estou me sentindo por dentro: cinza e chuvosa. E a razão disso é que eu gosto de intensidade! romance! drama! e esta cidade não inspira nada disso. Depois de dez meses de volta, percebi que nessa cidade é tudo tão morno. Curitiba é tudo legalzinho mas não excita, não traz adrenalina...e é uma pena pois é uma cidade tão bonitinha. É uma cidade pra eu passar as férias, mas não para morar. Eu preciso de mais. Mais aventuras, mais amores, mais dinheiro, mais e mais...
Postado por Gabriela Salmazo às 14:57 0 comentários
domingo, 21 de junho de 2009
I want you around
Descoberta fantastica no primeiro dia de inverno! Tudo começou 5 minutos antes de sair, quase atrasadas:
Postado por Gabriela Salmazo às 22:58 0 comentários
sábado, 20 de junho de 2009
Pé na Estrada
Parece que me faltam sugestões para ler livros bons porque ultimamente só tenho relido tudo o que já li. Tenho procurado nos sebos o On The Road do Jack Kerouac em ingles. Aquela velha historia: ja li em portugues e depois de ter morado lá fora tenho mais noção de como as coisas funcionam e por isso vai ser muito mais interessante ler a versão original. Esta busca não está sendo fácil porém. Eu poderia muito bem encomendar em uma livraria qualquer, mas não é a mesma coisa. As capas são sempre umas coisas modernas feias e não tem aquele cheiro maravilhoso de livro velho. Esses dias achei num sebo uma nova versão do livro do Kerouac: são os manuscritos originais do On The Road - infelizmente em portugues. Foi emocionante ver o livro e lembrar de algo muito legal me aconteceu quando morava em NY: sai da estação de trem e resolvi vagar sem destino pelo centro de Manhattan, já que o namorado só saía do trabalho as 6 e eram 2. Acabei dando de frente com a Biblioteca Publica de New York com uma faixa gigante na frente dizendo: EXPOSIÇÃO SOBRE A VIDA DE JACK KEROUAC. Levei muita sorte pois era o ultimo fim de semana da exposição e cheguei bem a tempo para a última visita guiada do dia. Primeiro: nunca vi uma tour tão bem feita quanto aquela. A lady falou que quando ela estava estudando as coisas do Kerouac pra falar, ela achava que ele era mais um daqueles bebados metidos a escritor e tal, mas depois entendeu que ele estava bem além do seu tempo e que era muito genial no que fazia. Ela falou com tanta paixão que foi bonito de ver. Segundo: tinha todo material original que ele escreveu! Os manuscritos - dúvida: podemos chamar de manuscrito mesmo sendo digitado em máquina de escrever? - com suas proprias anotações e erros de digitação...Muito foda! E tinha muitas fotos, muitas coisinhas...até um canivete que ele usava. Foi lindo!
Postado por Gabriela Salmazo às 18:01 0 comentários
quarta-feira, 17 de junho de 2009
E a vida adulta me leva a loucura...
Tendo que ser sempre muito pontual nas aulas (não que no geral eu já não seja) percebi que estou ficando bem sistemática. Se isso é bom ou ruim, eu ainda não sei...mas o que sei é que com certeza não é isso que quero fazer o resto da vida, o que me fez pensar e chegar a conclusão que eu acho que nunca vou achar UMA coisa que eu quero fazer pelo o resto da vida. Simplesmente isso não é pra mim. Mas isso é outra história. O que quero te contar é que hoje eu estava analisando meu dia e olha que maquininha eu estou virando:
Postado por Gabriela Salmazo às 15:05 1 comentários
terça-feira, 16 de junho de 2009
Porque eu sou assim...
Já faz mais ou menos uma semana que me deu febre de ouvir exaustivamente as bandas grudentas que eu ouvia uns anos atrás. Alguem me disse que os gatos estão carentes por causa do frio...deve ser por isso. O top 3 albuns dessa semana são:
- I´m sorry I´m leaving do Saves the day. Faço minha as palavras do Chris: "what we need sometimes are chilly nights and warmer thighs". É, acho que é isso que preciso. Aprendi a tocar "the way his collar falls" e é só isso que quero fazer o dia inteiro. Os olhinhos dos familiares se reviram quando pego o violão: "lá vai ela de novo". Eu gosto dessa música poxa.
- Something to write home about do Get up Kids. Voizinha mais doce, rouquinha, linda. Sem falar nos tecladinhos, xilofones e barulhinhos em geral que são de apertar o coração.
- E pra acabar de vez o Swiss Army Romance do Dashboard.
"...I want to give you whatever you need. What is it that you need? Is it what I need?..." Sem comentarios.
Bons tempos quando emo era isso.
*_*_*
Ontem aconteceu a coisa mais bizarra: no caminho do trabalho resolvi passar no Subway e comer um sanduíche antes da aula. Aí quando cheguei lá comecei a me lembrar de quando ia no Subway lá nos Estados Unidos e como eu ficava meio nervosa pra pedir qualquer coisa em restaurante com medo de falar besteira. A moça atrás do balcão então me pergunta o tipo do pão e nessa hora eu estava com meu pensamento muito longe. Me deu um branco e meio sem pensar pedi o tipo de pão que nunca peço. Fomos para proxima fase: alface, tomate, rucula? Deu branco de novo!! Uma pausa de 2 segundos e eu respondo um sonoro YES! Reparei que o cara da frente ficou olhando. O moça pergunta algo mais e nessa hora eu estava em transe, sei la... Gente, o que aconteceu comigo... Ai o cara da frente pergunta: Do you need some help? E eu: Ahnn, não, não. Eu sou brasileira só estou um pouco confusa. Com que não sei, gente-do-céu. O cara virou pra frente e com certeza achou que sou uma doida varrida. O que não deixa de ser meio verdade. Pedi qualquer coisa e sai de lá bem rapidinho.
*_*_*
Trabalhando no Projeto X. Te conto depois.
Postado por Gabriela Salmazo às 10:46 2 comentários
domingo, 14 de junho de 2009
Oh Jack, oh Bill...oh-oh...India!
Lendo a entrevista do Jack Nicholson na minha biblia (o livro da Rolling Stone que inclusive fica na cabeceira da minha cama) descobri uma coisa bem bizarra: ele morava com a mae, o pai bebado e duas irmãs. Quando uma das irmãs morreu, contaram pra ele que ela era na verdade sua mãe e quem ele achava que era sua mãe era na verdade sua vó. Eles tinham 17 anos de diferença. Isso até parece um filme do Almodovar.
Postado por Gabriela Salmazo às 13:13 0 comentários
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Mais um capitulo do xilofone...
Eu ainda nao desisti. Botei pra tocar o cd do Panic at the Disco no ipod, que tem varios barulhinhos de xilofone, pra inspirar e fui atras. Fui na unica loja que tem um do jeito que eu quero: de criança, com baquetinha, coloridinho e funcionando direitinho. Uma graça! Rosa choque e tudo mais. A negociaçao foi mais ou menos assim:
Vendedor: Posso ajudar?
Eu: Quero dar uma olhada naquele xilofone que voce tem ali atrás.
Vendedor: Fique a vontade.
Fui até lá e uma etiquetinha amarelada me relembrou o quanto custava: 52,00!! (Que eu me lembrava era 48,00. Enfim...)
Eu: Negocio seguinte: eu te dou 35,00 pra levar ele agora! Tá na mão! (ahahaha eu com meu maior ar de negociadora...foi ridiculo!)
Vendedor: Ixiii, não rola...eles não abaixam esse preço.
Eu: Mas po, 52,00 num negocio de brinquedo e usado ainda!
Vendedor: Não é usado.
Eu: Mas parece.
Vendendor: Não tem jeito, é esse o preço. Voce nem acha essas coisas mais pra vender.
Eu: É verdade, mas isso porque ninguem mais quer comprar. Fazer assim : eu volto mes que vem e tenho certeza que isto vai estar aqui ainda. Ai voce me vende por 35,00.
Vendedor: ...
Eu: Po me dá pelo menos um desconto! Me vende por 50 entao! (pessima negociante, de 35 pra 50!!)
Vendedor: Vamos ali falar com o gerente. ele que decide.
Gerente: Não tem desconto. É esse o preço. 52,00 é o preço descritivo.
Eu pensando: preço descritivo??? que porra é essa! o que esse cara tá falando! isso nem existe!
Final da historia: sai da loja puta da cara. E nada de xilofone pra mim. Eu posso ser uma má negociante mas eles são péssimos vendedores! E tem mais sou orgulhosa demais pra voltar naquela loja e comprar aquela droga, que hoje eu quero mais ainda. To quase dando dinheiro pra alguem ir la comprar pra mim.
Postado por Gabriela Salmazo às 11:29 1 comentários
segunda-feira, 8 de junho de 2009
20 anos!
Vinte anos atrás nascia a pessoa que entre trancos e barrancos é a minha companheira mais fiel: minha irmã. A unica pessoa que consegue assistir 6 episodios de Sex and the City na sequencia comigo, uma das unicas pessoas (se nao a unica) que me sinto mais confortavel na presença; que me faz rir feito boba e que faço rir feito boba; que conseguimos passar dias inteiros falando besteiras, coisas sérias, sobre musica, bandas, moda, até brigar e ficar de bico por cinco minutos e começar tudo de novo. Apesar das personalidades bem diferentes, temos muito em comum e fico feliz que nos ultimos 7 anos nos tornamos confidentes. Várias vezes ouvi meu pai falando: como é que tem tanto assunto? como é que acham tanta coisa engraçada? Menina talentosa e inteligente. Precisa ver como fico boba de ver ela tocando com a banda dela. Fico ali na frente do palco fazendo papel de irmã coruja, toda orgulhosa, com lágrimas nos olhos toda vez. Ela não sabe, mas é sempre assim, salva pelo barulho da banda ninguem ouve os soluços tentando segurar o choro. E olha, como a gente se diverte. Sei que ela queria estar bem longe agora, mas fico feliz de poder comemorar o vigesimo ano de vida ao lado dela. Regado a champagne e bolo de nozes com damasco.
Postado por Gabriela Salmazo às 22:33 0 comentários
domingo, 7 de junho de 2009
Valentin versus Antonio
Dia dos Namorados está ai bem perto, e fiquei pensando...Primeiro: esses dias estava cortando caminho pelo shopping e vi em algumas vitrines escrito "Valentine's Day". Eu já acho irritante essa história de colocar nas vitrines, letreiros e etc escritos em ingles porque é mais "chique", sendo que nem 10 % da população fala a bendita lingua. Outra coisa: Valentine's Day é comemorado por causa do São Valentin (e é 14 de fevereiro na maior parte do mundo) e o Dia dos Namorados no Brasil é comemorado por causa do Santo Antonio. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Pra que escrever Valentine's Day na vitrine gente-do-ceu!! Get a clue people! (PS.: eu escrevo em inglês porque eu sei que voce eh bilingue blog-diario. e tbm porque tem umas expressoes que sao mais legais em ingles, e tbm pq eu fico com preguiça de pensar muito, ai a primeira coisa aparece na mente é a escolhida, e tbm pq voce é meu diario, eu escrevo do jeito que eu quiser. )
Postado por Gabriela Salmazo às 10:00 0 comentários
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Ahnnn o inverno...
Que coisa boa! Nunca achei que um dia ia gostar tanto de frio como agora. Esta semana está perfeito: dia lindo, ceu azul sem-igual, e frio de doer. As pessoas estão tao elegantes! Vi dois senhores de chapeu, aqueles de feltro com uma fita em volta. Um luxo! Dá ate gosto de sair na rua. Nao é como o verao, que fica todo mundo suando, com um monte de pele aparecendo. O inverno traz uma elegancia e um misterio...
Postado por Gabriela Salmazo às 18:45 0 comentários
domingo, 31 de maio de 2009
Eu criei um monstro
E esse monstro é voce, blog-diario. Pela segunda vez me botou em encrenca. Desta vez maior ainda. E tudo porque eu simplesmente nao releio o que eu eu escrevo. Isso acontece tambem com emails: eu escrevo do que jeito que vem na minha cabeca e depois que mando, eu faço besteira maior de reler. Mas ai ja era...erros de digitaçao, palavras faltando, frase confusas... Isso é um problema eu sei, e por varias vezes me encrequei por isso. Eu, como boa descendente de italiana, a tendencia é falar besteira sempre. Se voce pudesse falar, imagino que cantaria aquela musica da Amy Winehouse pra mim: "you knew that I was trouble..." É verdade, eu sabia e até pensei em parar de te escrever, mas é que eu gosto tanto. Eu tenho pensado numa maneira de criar um diario de verdade, papel e caneta, como era a ideia original. Estou tentando bolar umas taticas de motivaçao. Acho que a primeira é ter uma caneta bem boa, daquelas bem molhadinhas...mas e que mais? Preciso pensar... Mas ao mesmo tempo, acho que não teria tanta liberdade assim pra me expressar do jeito que eu bem entender, porque e se acontece de alguem da sua familia pegar e ler? (como ja aconteceu comigo no passado) Vamos admitir que o diário de uma outra pessoa é uma baita de uma tentaçao. Uma hora ou outra alguem vai ler. E que tal fazer um blog-diario mas anonimo...mas perai, o endereço fica registrado no seu computador, qualquer ser que mexa no seu computador pode ver e como a xeretice é algo presente no ser humano por natureza, você e todo o seu mundo paralelo será descoberto.(como ja aconteceu com um amigo meu) Conclusão: nao tem jeito! Eu estou condenada a tropeçar na lingua de uma forma ou de outra, e essa é a explicaçao para eu nao ter desistido de voce.
Postado por Gabriela Salmazo às 13:50 1 comentários
domingo, 24 de maio de 2009
Tinge de cá e tinge de lá
Semana de fazer arte. Já que semana passada meu tingimento de calça, inspirado no NY Dolls - comprei uma calca jeans clara no brexo e tingi de vermelho - , foi um sucesso resolvi repetir a façanha. Já adianto, não com o mesmo sucesso. Tenho uma calça que adoro, que ganhei do ex (como é bom usar o mesmo tamanho de roupa que o namorado, quando ele tem bom gosto e o mesmo estilo que o seu. ele me deu umas 3 ou 4 calças que tinham o caimento perfeito) que é um jeans com um pouco de stretch, na cor cinza. Um belo dia, mamãe estava limpando aqui em casa com um maldito produto que, foi só encostar não-lembro-onde e a merda estava feita: deixou uma mancha ridicula que acompanhava todo o bolso direito da frente. Odeio essa porra de cloro. Não contente com estragar um pouco a calça, resolvi trabalhar um pouco mais na façanha: no dia seguinte, no meio de uma produção de um comercial, coloquei uma caneta no bolso - afinal na correria tem que se ter tudo a mão. Eu, muito esperta ainda pensei: vou colocar a caneta de cabeça pra baixo pra evitar qualquer acidente. Eu SÓ nao me liguei que é assim que as canetas estouram. E claro, minha calça que já tinha uma bela mancha de quiboa, agora tbm tinha uma mancha de caneta azul, mas agora do lado esquerdo. Ambos os lados carimbados. Good job, Gabriela! Felizmente estou nessa fase de tingir roupa, e resolvi dar um trato na minha querida calça cinza.
Postado por Gabriela Salmazo às 10:04 2 comentários
sexta-feira, 22 de maio de 2009
É so pensar meu bem...
Quinta aconteceu uma coisa interessante: um dia antes eu dormi assistindo o filme A vida é bela (que eu acho o máximo e já assisti umas 200 vezes). Sempre me divirto, pq acho o Roberto Begnini ótimo. Ai de manha sai da aula, tomei um cappuccino e um pao de queijo em uma panificadora do centro (e bye bye dieta dos carboidratos) que é bem perto de onde meu pai trabalha. Saindo da panificadora, passando bem em frente do predio de tres andares dele fiquei olhando pra janela e pensando (como no filme quando o Guido aprende sobre o poder do pensamento de Schopenhauer e tenta botar em pratica na opera dizendo: virate principesa virate, virate, virate, até que a mulher vira e olha pra ele) "aparece pai, aparece, aparece". Andei uns 10 passos, olhando e nada. Enfim, né, a vida nem é tao bela assim, me virei e continuei a ler meu livro, quando meu celular toca...é meu pai e adivinha?? Ta na janela!! Grande Schopenhauer!
Postado por Gabriela Salmazo às 13:13 2 comentários
terça-feira, 19 de maio de 2009
Tchup-tchup-tchuru
Esses dias na aula, na sequencia do livro tinha uma musica que os alunos tinham que ouvir e preencher as lacunas e tal. Era tudo no presente, bem fácil. Ai quando vi que música que era, me emocionei: TOM'S DINER!! Aquela da Suzane Vega: "tchup-tchup-tchuru-tchuru-tchuru-tchup tchuru-tchuru I am sitting in the morning at the diner on the corner I am waiting at the counter for the man to pour the coffee..." Primeiro motivo da emoção foi que não ouvia essa música a anos e lembro nos meus tempos de meninice dançando na matine, e segundo e maior foi que EU JA FUI LA!! Eu fui no Tom's Diner! Me lembro até da minha lindissima amiga Cassia, cantando pra mim quando estavamos a caminho. O Tom's Diner é uma lanchonete a duas quadras da casa do menino que eu namorava la em NY. Fiquei me segurando pra não contar pra turma, sei lá, acho que eles iam achar sem graça, já que aquela é uma turma bem sem senso de humor (e não mereciam). Estou feliz em poder compartilhar com voce, querido blog-diário!
Postado por Gabriela Salmazo às 20:26 0 comentários
domingo, 17 de maio de 2009
E finalmente inverno!!
Meu livro está literalmente se desintegrando: as páginas se quebram igualzinho folha de arvore seca. A cada leitura deixo um rastro de pequenos pedaços de papel amarelado. O livro é a ediçao de 1964. Quase 50 anos. Puxa!
Postado por Gabriela Salmazo às 20:57 0 comentários
terça-feira, 12 de maio de 2009
Cabelos, torradas e grandes pérolas
Assistindo Friends outro dia vi uma pérola da traduçao: Phoebe falava que provavelmente naquele dia ia fazer sexo com o noivo no banheiro de um restaurante e Monica disse que Chandler não gosta de fazer nem no próprio banheiro deles. Ele se defende dizendo: that's where you do number 2! E a tradução foi: é onde fica a amante, ao invés de: é onde voce faz o numero dois. Aff viu. Aí me lembrei quando estava assistindo Napoleão Dynamite na tv esses tempos e quando ele ligava para casa da escola porque não se sentia muito bem e pede para o irmão levar o seu "chapstick" pra ele, a tradução foi batom ao invés de hidratante labial.
Postado por Gabriela Salmazo às 22:20 0 comentários
segunda-feira, 11 de maio de 2009
The catcher in the rye
Este final de semana assisti o filme Capitulo 27 que é sobre o cara que matou o John Lennon. O filme é legal, apesar de meio devagar. O mais interessante foi que o fdp que matou J. L. achava que era a encarnação (ou algo do tipo) do Holden Caulfield que é o personagem principal do livro O apanhador no campo de centeio. Ele pirou que não eram coincidências estar em NY, perto do Natal e ambos matarem alguém na mesma época e tal. O começo do filme é exatamente igual ao do livro e o cara fala umas coisas que o cara do livro falou, só que como se fossem seus pensamentos. Tipo doido varrido mesmo. Eu já tinha lido o livro a alguns anos atrás em português e me lembro bem que devorei em dois dias. Decidi então que hoje iria comprar a versão em inglês e ler de novo. Eu sabia que na Saraiva teria mas resolvi dar chance pra sorte e procurar em sebos. Nos quatro que fui, descobri uma coisa em comum: todos os livros em inglês estavam organizados "rigorosamente aleatórios", como disse um dos atendentes. Bom, vamo lá, tinha 3 horas pra matar mesmo antes da aula, então olhei livro por livro. De 3 a 6 prateleiras com umas 6 fileiras em cada loja. Primeiro, nada, segundo nada, terceiro, nada, quarto, ultima prateleira quase ultima fileira, lá estava ele!! Lindo, bordô, com escrito amarelo-ovo exatamente como no filme, com páginas envelhecidas, cheiro de velho e tudo mais!! Que coisa boa! Pareceu até coisa de filme: dei um gemido de felicidade e automáticamente abri a primeira página pra ver se não tinha nada escrito (Ps.: no filme - e talvez o que aconteceu mesmo - o cara escreve to: Holden Caulfield from: Holden Caulfield This is...alguma coisa). É claro que não tinha nada, mas já pensou se fosse o mesmo livro do cara que matou o John Lennon? Paguei e já comecei a devorar o livro novamente. Nas primeiras páginas comecei a ter uma sensação de deva-ju: eu me via andando numa rua (eu adoro andar e ler) lendo aquele mesmo livro em inglês e umas cenas me vinham a cabeça antes mesmo de eu ler. Eu pensei: mas não é possivel, eu li esse livro há uns 8 anos atrás e eu tenho uma memória de peixe. Foi quando lembrei que já tinha lido a versão em inglês. Foi em NY e logo que emprestei o livro da biblioteca voltei pra casa andando e lendo. Engraçado como se apagou da minha memória até aquele momento. Como eu gosto do jeito da narrativa do livro e agora ainda depois do filme, dá pra visualizar de um jeito diferente, portanto vou ler pela terceira vez. Adoro o jeito casual que o autor relata as situações, o jeito rabugento do piá do livro e ao mesmo tempo cômico e sarcastico.
Postado por Gabriela Salmazo às 15:48 1 comentários
terça-feira, 5 de maio de 2009
Heim?
Semana passada duas metas nao compridas:
Postado por Gabriela Salmazo às 10:33 1 comentários
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Chicken ou Hen?
Assistindo um episodio do Seinfeld ontem, eu fiquei um tanto confusa: George levou os pais para conhecer os pais de sua noiva em um jantar, e seu pai lanca a qüestao: tem o rooster (galo), hen (galinha) e chicken (definicao em teste). O rooster fica com a chicken, e quem fica com a hen? Tem alguma coisa faltando, ele diz!! Ai o pai da noiva diz: o rooster fica com a chicken e a hen. Ai eu penso: bom preciso descobri a diferenca da hen e chicken, que ate entao eu tinha bem claro na cabeca que sabia, mas decidi ir mais a fundo. Do dicionario ingles/ingles:
Postado por Gabriela Salmazo às 10:30 0 comentários